E a mídia física partiu para o ataque! #chupastreaming

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Ao que parece a disputa do streaming com a mídia física não anda tão pacífica assim. Olha só o que aconteceu no México.

O nosso seguidor Marcelo Xavier recebeu essa semana o Blu-ray de O Bebê de Bridget Jones da terra do Chaves. E observem só o que a Universal de lá encartou em seus títulos:

Já começou com uma voadora no peito usando uma frase na capa com a fonte (antiga) da Netflix. A mensagem diz “Sem interrupções e com melhor qualidade“.

É bem provável que a campanha seja antiga, ou o pessoal no México ainda sofre com o desempenho de sua banda larga. Mas o que chama a atenção é a parte interna do panfleto, que destaca 5 pontos que fazem a diferença entre o Blu-ray e os serviços de assinatura:

  1. Alta resolução da imagem (esse ponto já foi superado com streaming em 4K)
  2. Áudio sem compressão
  3. Material adicional (extras)
  4. Acessibilidade
  5. Posse

De todos esses pontos, o que mais nos representa é o último. Os serviços de distribuição digital por assinatura não se comprometem a manter os filmes e séries na sua grade por muito tempo. Ou seja, o sentido de posse praticamente inexiste, e as frustrações decorrentes disso são enormes.

Fora isso, agora ainda temos as besteiras que o Disney+ (serviço de streaming da Disney) está cometendo lá nos EUA. Para quem não está acompanhando a discussão, fique sabendo que os episódios de Os Simpsons estão sendo mutilados, esticados e filtrados, e outras séries estão com problemas na organização das temporadas, enfim, uma bagunça no material mais antigo.

Ao que parece o senso comum de que o streaming por assinatura representa a morte da mídia física não está se sustentando mais. Estamos vendo, a cada dia que passa, uma mudança na mentalidade da galera. Antes, muitos afirmavam que colecionar filmes e séries em discos digitais era coisa de gente ultrapassada. Hoje já temos mais pessoas com a noção de que, quem realmente tem apreço por produções audiovisuais, não abre mão da segurança e da qualidade da mídia física.

E com base nisso até criamos uma hashtag no Instagram e no Twitter para demonstrar que a coisa não é bem assim. Quem quiser participar é só usar o #chupastreaming para divulgar filmes e séries que não existem nos serviços de assinatura! 😀

 

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Não tem no digital! #chupastreaming

Uma publicação compartilhada por BJC (@blogdojotace) em

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